sexta-feira, 27 de março de 2015

Mais dicas de preservação do meio ambiente

O meio ambiente é o meio onde vivemos. Ele não está somente relacionado à natureza propriamente dita, como muitos pensam, mas todo meio de vivência humana e de outras espécies, é tido como meio ambiente. O meio ambiente deve ser preservado, seja ele área natural ou urbana. 

Aqui iremos dar algumas dicas de preservação do nosso meio ambiente.

• Ande mais de bicicleta do que de carro, faz bem para o ambiente e pra sua saúde;
• Aproveite ao máximo a luz do sol, abra janelas, cortinas, persianas;
• Coloque a geladeira em lugares estratégicos, longe do fogão e da luz solar – isso economia energia;
• Coma menos carne vermelha;
• Compre produtos que tenham a opção em refil.
• Dê preferência ao varal ao invés da secadora para secar roupas;
• Economize energia, o meio ambiente agradece e seu bolso também; 
• Em hipótese alguma desperdice água;
• Escreva nos dois lados do papel;
• Evite guardar comida quente na geladeira;
• Feche o chuveiro enquanto se ensaboa;
• Mantenha a torneira fechada ao escovar os dentes;
• Não corte árvores sem autorização;
• Não crie animais silvestres em casa;
• Não jogue lixo em terreno abandonado;
• Não jogue lixo em vias públicas ou em áreas verdes;
• Não jogue óleos no esgoto;
• Não passe roupas aos poucos e evite deixar o ferro ligado por muito tempo;
• Não seque nada no motor da geladeira;
• O que você não usa mais pode ser reaproveitado por outras pessoas;
• Pinte as paredes com cores claras para refletir mais luz;
• Procure reaproveitar os legumes ao máximo possível, recorra a novas receitas;
• Quanto menos usar de materiais plásticos, melhor;
• Reaproveite tudo que puder;
• Separe os lixos recicláveis dos não-recicláveis;
• Tente tomar banho em cinco minutos;
• Tire da tomada os aparelhos eletrônicos que não estão em uso;
• Use eletrodomésticos novos, eles consomem menos energia;
• Use lâmpadas fluorescentes compactas (lfc);

Essas são algumas de muitas alternativas de como preservar o nosso meio ambiente. Vamos praticar e fazer um mundo cada vez 


Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO - Cursos Online : Mais de 1000 cursos online com certificado 
http://www.portaleducacao.com.br/biologia/artigos/48846/dicas-de-preservacao-do-meio-ambiente#ixzz3VdkQoBGq

Dicas para preservar o meio ambiente

Imagem: sxc.hu
Imagem: sxc.hu
“Apenas quando a última árvore for derrubada, quando o último peixe for morto e quando o último rio secar, o homem irá descobrir que dinheiro não se come.”                                                                                           (Provérbio indígena)

Segundo os pesquisadores, a situação do meio ambiente é cada dia mais alarmante, apesar do esforço para a conscientização ecológica nos últimos anos em todo o mundo. As ações de recuperação são lentas e estão em descompasso com a velocidade de deterioração dos ecossistemas. Os problemas são muitos: a água está em processo de escassez; a poluição está se agravando; a biodiversidade está sendo reduzida, com várias espécies da fauna e da flora entrando em extinção; a desertificação de grandes áreas no planeta está aumentando; as questões climáticas estão se agravando, com fenômenos naturais cada vez mais severos e incomuns; a produtividade do solo está diminuindo e o desmatamento mundial está em proporções gigantescas.
No Brasil, por exemplo, restam apenas 8,5% de Mata Atlântica original em 17 estados brasileiros. Um levantamento recente feito pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e pela ONG SOS Mata Atlântica, esta semana, mostrou que a devastação da Mata Atlântica atingiu a maior taxa desde 2008, com um aumento de 29% em relação à última pesquisa feita há dois anos. Ou seja: mesmo com tantas campanhas contra o desmatamento, a situação não melhora. Em relação à água, uma questão crucial e de extrema urgência a nível global, apenas 3% da disponível no planeta é doce. E apenas um terço dela – presente nos rios, lagos, lençóis freáticos superficiais e atmosfera – é acessível. E pesquisas mostram que este bem está se reduzindo drasticamente, o que muito provavelmente significará uma escassez de água mundial em poucas décadas.
Para que possamos mudar esta realidade, é preciso que cada um faça a sua parte em prol da preservação ambiental. Pequenas atitudes podem fazer toda a diferença quando se tornam um hábito de toda a sociedade. Pensar e agir de forma sustentável é apenas o começo. Veja a seguir algumas dicas para ajudar o meio ambiente.

-         Não desperdice água: desligue a torneira quando estiver escovando os dentes ou lavando a louça; não deixe torneiras pingando, providencie seu conserto; desligue o chuveiro quando estiver se ensaboando; não use água para ficar horas lavando o carro ou o quintal; jamais desperdice água deixando-a escapar sem nenhuma utilização; aproveite a água da máquina de lavar para lavar o quintal e, se possível, capte a água da chuva para utilizar no di-a-dia.
-         Não jogue lixo em qualquer lugar: este é um hábito que causa danos ao meio ambiente e também enormes transtornos à população. Jogar lixo nas ruas ou em locais inapropriados causa a contaminação da água e do solo – consequentemente, de diversos alimentos que consumimos. Além disso, o lixo nas ruas é a principal causa de inundações nas grandes cidades.
Para se ter uma ideia, veja abaixo o tempo de degradação pelo meio ambiente de alguns materiais:
Nylon: de 30 a 40 anos
Copinhos de plástico: de 200 a 450 anos
Latas de alumínio: de 100 a 500 anos
Tampinhas de garrafa: de 100 a 500 anos
Pilhas e baterias: de 100 a 500 anos
Garrafas de plástico: mais de 500 anos
Vidro: indeterminado
Madeira pintada:13 anos
Fralda descartável: 600 anos
Pneus: indeterminado
E lembre-se: o lixo nas ruas é a principal causa de inundações nas grandes cidades. E quando for ao mercado, procure sempre comprar itens biodegradáveis, que são mais facilmente eliminados pela natureza.
-         Recicle: Dezenas de itens podem ser reciclados no nosso dia-a-dia e, muitas vezes, não nos damos conta disso. Utilize embalagens recicláveis (refrigerantes de vidro ao invés dos que vem em garafas pet, por exemplo); quando for ao mercado, leve sacolas reutilizáveis, dispensando as de plástico; na hora de cozinhar, aproveite tudo que é possível dos alimentos, inclusive as cascas que produzem ótimas receitas; não jogue materiais que não lhe servem mais no lixo, procure uma forma de reutilizar ou doe-os; use a criatividade e crie objetos decorativos e utensílios domésticos a partir de garrafas de plástico e outros materiais. E mais uma dica importante: separe o lixo em casa e coloque na rua no dia da coleta seletiva em seu bairro. Faça a sua parte!
-         Cuide da nossa fauna: Não compre e nem tenha animais silvestre em casa e respeite os períodos de proibição da pesca.
-         Utilize menos energia elétrica: Quando menos energia a humanidade necessitar, menos será necessário produzi-la, o que normalmente causa grandes impactos ambientais. Por isso, apague as luzes sempre quando houver luminosidade natural ou quando você não estiver no cômodo; use o ar-condicionado apenas nos dias quentes; desligue os aparelhos que não estiver utilizando e verifique sobrecargas na sua residência.
-         Contribua para a diminuição da poluição do ar: Deixe o carro em casa (ajuda a melhorar o trânsito também!) e vá trabalhar de ônibus, bicicleta ou a pé. As duas últimas opções, além de contribuirem com o meio ambiente, ainda são excelentes formas de exercício para a saúde.
 -         Ajude nossa flora: Reverter os danos causados por séculos de desmatamento será uma das questões mais complexas da sustentabilidade. No entanto, você pode ajudar fazendo a sua parte e não cortando árvores sem autorização, o que é considerado crime ambiental. Preserve a vegetação nativa, nunca desmate e nem coloque fogo nas plantas. Além disso, você também pode ajudar contribuindo com o plantio de árvores em áreas desmatadas. Há diversas ONGs que promovem este trabalho. Informe-se!
A conscientização e a mudança de atitude por parte da sociedade são fundamentais na luta para amenizar os estragos já causados e evitar novos e maiores danos ao meio ambiente. Eduque seus filhos para pensar de forma sustentável e criar uma geração mais preocupada com os problemas ecológicos.
Faça a sua parte enquanto há tempo, antes que a situação ambiental se torne irreversível.
Reduza os desperdícios e contribua para um planeta mais saudável para seus filhos, netos e bisnetos!
fonte: http://www.telelistas.net/blog/dicas-para-preservar-o-meio-ambiente/

terça-feira, 24 de março de 2015

O que é uma ecovila

Ecovilas definem sustentabilidade, incorporando aspectos ambientais, sociais, econômicos e espirituais. Ecovila é uma comunidade de 50 a 2.000 pessoas, unidas por um propósito comum. Este propósito varia de local para local, mas usualmente é baseado numa visão ecológica, social e espiritual.
Ecovila ClareandoEcovilas movem-se em direção à sustentabilidade, dando alta prioridade a:
1.Produção local de alimentos orgânicos / biodinâmicos (influência do design da permacultura.)
2. Utilização de sistemas de energias renováveis, cataventos, biodigestores, etc
3. Construção ecológica, tijolos de solocimento, bambu etc
4. Criação de esquemas de apoio social e familiar, incluindo diversidade cultural e celebrações, danças circulares, etc
5. Experiência com novos processos de tomada de decisão, utilizando técnicas de democracia profunda e facilitação de conflitos
6. Economia auto-sustentável, baseada nos conceitos de localização e simplicidade voluntária
7. Saúde integrada
8. Educação holística baseada na percepção sistêmica.
O movimento de ecovilas é um movimento global que está unindo Oriente e Ocidente, Norte e Sul, numa agenda comum. O movimento emergiu como uma resposta consciente ao problema, extremamente complexo, de como mover o planeta em direção a uma sociedade de comunidades sustentáveis. Este movimento emergiu sob o mesmo impulso e manifesta a essência das mais recentes conferências das Nações Unidas, incluindo o aspecto ambiental do Rio (Eco 92) , o aspecto social de Copenhagem, o aspecto da mulher de Beijing e o aspecto dos assentamentos humanos de Instambul. Em 1995 , num encontro histórico realizado na Fundação Findhorn, o conceito de ecovilas foi discutido amplamente, definido e lançado globalmente

fonte: http://www.clareando.com.br

sábado, 21 de março de 2015

Brasil vive um conflito por água a cada três dias

Vanessa Barbosa / EXAME.com - 17/03/2015 às 15:58

Os conflitos por recursos hídricos nas áreas rurais do Brasil atingiram um novo record em 2014. Ao todo, foram registrados 127 casos, segundo dados preliminares de um levantamento anual feito pela Comissão Pastoral da Terra (CPT).
Isso representa uma disputa por água a cada três dias. No ano passado, houve um aumento de 25,7% em relação a 2013, quando 101 conflitos foram identificados. Ao longo de dez anos, os conflitos hídricos no campo aumentaram quase 80%, uma alta expressiva.
Segundo a análise, a maior parte dos conflitos no período são provocados pelo uso epreservação da água (346), como ações de resistência para garantir a preservação do recurso. Outra fonte de conflitos é a criação de barragens e açudes (325), e, com menor incidência, a de apropriação particular (86).
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Em 2014, também foi registrado o maior número famílias envolvidas nestes conflitos nos últimos dez anos: 42.815 ao todo (um crescimento de 40% em relação em 2013).
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Segundo o CPT, o número de famílias atingidas tem sido maior nos estados onde há grandes projetos de hidrelétricas. “O Pará é o estado com o maior número de famílias envolvidas nesse período (69.302), a maior parte por conta da Construção da Hidrelétrica de Belo Monte”, avalia Roberto Malvezzi, assessor da Comissão.
“Além disso, o chamado Complexo Hidrelétrico Tapajós, que prevê a construção de sete usinas ao longo dos dois rios, no oeste do Pará, vai impactar diretamente 32 comunidades tradicionais, entre quilombolas, ribeirinhos, pescadores artesanais, extrativistas e cerca de dois mil quilômetros de território indígena, principalmente da etnia munduruku”, acrescenta.
CONFLITOS URBANOS
A contagem geral dos conflitos hídricos feita pelo CPT não leva em conta as disputas urbanas. Mas Malvezzi adianta que já é possível identificar dois tipos de conflitos nas cidades. O primeiro deles ocorre entre entes federativos, como a disputa entre Rio de Janeiro e São Paulo pelo Rio Paraíba do Sul, em meio à crise hídrica no Sudeste.
O segundo tipo, em parte também relacionado à escassez, é observado entre as empresas prestadoras de serviços de água e esgoto e os clientes atendidos por elas. “Isso ficou claro nos embates sociais em Itu e em outras cidades do interior de SP, por conta do racionamento e também pela pouca eficiência das empresas”, diz o assessor da CPT.
Conforme Malvazzi, a questão da escassez não é só quantitativa, mas também qualitativa, e envolve decisões políticas equivocadas. “Esta não é uma seca isolada, estamos modificando o ciclo das águas de forma insustentável. Os programas brasileiros são sempre baseados na expansão da oferta e no consumo predatório, sem pensar nasustentabilidade. É uma equação que não fecha”, conclui.
Foto: _Marion/Domínio Público e Divulgação/CPT
Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/