WEB RADIO SINFONIA JOVEM

domingo, 23 de junho de 2013

A Relação do CPACO com o Meio Ambiente

Não é de hoje que o Colégio Professora Alice do Carmo Oliveira (CPACO) se preocupa em trabalhar o meio ambiente.
Essa preocupação vem desde sua fundação, no ano de 1997.
O pioneiro deste trabalho na escola foi o Professor Domingos Teles, que sempre trabalhou a conscientização ecológica de seus alunos.

Tudo começou com uma pequena horta, que ficava na parte lateral da escola, onde o professor Domingos trabalhava juntamente com seus alunos. Posteriormente, fora implantado o Sítio CPACO, uma área verde próximo a escola, onde são desenvolvidas ações educativas e de cidadania, com a participação de  toda a comunidade escolar, desde a Educação Infantil até o Ensino Médio, além da implantação da disciplina Meio Ambiente, ministrada no 9º ano do Ensino Fundamental, turma responsável de difundir o Projeto em toda Escola.

Hoje o responsável pelos Projetos de Meio Ambiente do CPACO é o Professor Inácio Alcântara, que ministra a disciplina no 9º ano, se responsabiliza pelas ações da tradicional Semana do Meio Ambiente da Escola, e que assumiu recentemente a apresentação do programa de rádio semanal "CPACO e o Debate Ambiental", programa mantido pela Escola, que vai ao ar sempre aos sábados, ao meio dia. na Antena Norte FM de São Benedito.

Toda Comunidade escolar se engaja para que o Sítio CPACO, a Semana do Meio Ambiente e o Programa CPACO e o Debate Ambiental seja realmente ações que visam o conhecimento e a difusão dos assuntos relacionados a Sustentabilidade,, Preservação, Meio Ambiente, etc, sempre levando ao crescimento intelectual e pessoal de nossos alunos.

sábado, 15 de junho de 2013

Sacolas Plásticas e o Impacto Ambiental

Os impactos ambientais de sacos e sacolas plásticas estão em todos os lugares, indo da poluição visual até a morte de animais. Se pensarmos que despejamos bilhões de sacolas plásticas no mundo todos os anos, teremos uma noção do tamanho do problema.

Por serem leves, os sacos e sacolas plásticas voam com o vento, indo parar em árvores, arbustos, fios de alta tensão, gramados, beiras de estrada, rios, lagos, oceanos – ou seja, acabam poluindo as cidades e a natureza.

Muitas sacolas plásticas acabam em bueiros nas cidades, agravando o problema das enchentes, pois impedem a drenagem das águas das chuvas. Sacos plásticos abandonados também são depósito de água das chuvas e podem ajudar na proliferação do mosquito da dengue.

Os sacos e sacolas que chegam até a natureza são confundidos com comida por animais, que as ingerem e morrem engasgados – tartarugas marinhas confundem as sacolas plásticas com águas-vivas. Outros animais menores morrem ao se enroscarem no plástico. Na índia, centenas de vacas morrem por ano ao ingerirem sacos plásticos com restos de alimentos.

Estima-se que mais de cem mil mamíferos e pássaros morram por ano devido à ingestão de sacos plásticos – e sequer temos ideia de quantos peixes. O plástico leva centenas de anos para se degradar, então não é demais pensar que uma mesma sacolinha possa matar mais de um animal durante sua permanência na natureza.

De alguma forma, também a produção de sacolas plásticas dá a sua contribuição para o aquecimento global, porque os processos de refino do petróleo e fabricação das sacolas consomem energia, água e liberam efluentes e emitem gases poluentes. 100 milhões de sacolas plásticas precisam de 1,5 milhão de litros de petróleo para serem produzidas e causam a emissão de 4,2 mil toneladas de CO2. 



Programa CPACO e o Debate Ambiental

todos os sábados, ao meio dia, na Antena Norte FM de São Benedito - Ce