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terça-feira, 26 de agosto de 2014

Você já ouviu falar de deserto verde? Confira.

Conhecidas como deserto verde, as áreas de plantação industrial crescem cada vez mais e afetam negativamente o meio ambiente

12 DE JUNHO DE 2014
PUBLICADO POR
Redação
Flavio MarchesinReflorestamento.
Instituído no Brasil na década de 1960, o termo “deserto verde” se refere a grandes áreas cobertas por um tipo de vegetação introduzida de maneira artificial pelo ser humano. Essa ação pode ser por meio de reflorestamento com espécies consideradas não nativas ou mesmo por meio de plantações em larga escala.
O deserto verde mais conhecido é o de plantação de árvores para a produção de papel e celulose. Neste sentido, as árvores mais utilizadas para este cultivo são o eucalipto, pinus e acácia.
A plantação da primeira cresce desenfreadamente no Brasil todos os dias. Estima-se que sejam mais de 720 hectares dia, equivalente a 960 campos de futebol, segundo estimativas da Associação Brasileira de Produtores de Florestas Plantadas.
Os estados de Minas Gerais, São Paulo e Bahia lideram o ranking, mas o deserto verde se alastra também por outros estados do sul e nordeste do país. No Paraná, inclusive, são mais de 900 mil hectares de eucalipto e pinus plantados.
De acordo com especialistas, esses ecossistemas não são capazes de sustentar uma comunidade de animais e outras formas de vida. Esse sistema de monocultura também acontece nas lavouras de cana e soja, onde é comum a utilização de técnicas intensivas de manejo, como agroquímicos, que são capazes de esterilizar o solo e impedir a colonização por outras plantas e animais. No entanto, ainda assim, esses desertos ainda podem funcionar como corredores entre florestas, permitindo o intercâmbio das espécies que nelas vivem.

Economia x Natureza

Os benefícios desse sistema de plantio são muitos, economicamente falando. As empresas utilizam essas florestas para fabricar mais celulose e, com isso, importar cada vez mais. No entanto, apesar disso, alguns especialistas vão contra o movimento e não apoiam a ideia de desertos verdes.
Isso porque, o sistema tem efeitos negativos no meio ambiente, com a desertificação, erosão, vazio em biodiversidade e populações humanas.
chanceprojectsPlantação de eucalipto.
Estudos revelam que a monocultura do eucalipto, por exemplo, consome tanta água que pode afetar significativamente os recursos hídricos, com o assoreamento dos rios. Essa situação gera um problema não só aos animais, mas também à população, já que há impedimento na produção de qualquer tipo de alimento, com a improdutividade da terra.
Além disso, as próprias indústrias são grandes consumidoras do recurso hídrico, o que agrava ainda mais o problema. Neste sentido, muitas companhias vêm investindo em produção de baixo impacto, com mecanismos que permitem a reutilização e reaproveitamento da água, e com projetos que visam à redução de energia gasta.
fonte: http://www.pensamentoverde.com.br/meio-ambiente 

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Rainhas da biodiversidade, abelhas correm perigo


por Alan Azevedo, do Greenpeace

abelha Rainhas da biodiversidade, abelhas correm perigo
Rainhas da biodiversidade, abelhas correm perigo | Envolverde

A natureza age como um corpo único, interligado de uma maneira altamente complexa e sustentável. Uma alteração em certo ponto da cadeia natural se reflete, muitas vezes, no resto do processo como um todo. E esse impacto, se não corrigido, torna-se cada vez mais visível na biodiversidade do planeta.
Com seu zumbido alto e ferrão dolorido, as abelhas são responsáveis por um processo essencial à vida do homem e do planeta: são as rainhas da polinização. Ao buscarem o pólen nos campos para a produção de mel na colmeia, as abelhas espalham esses minúsculos grãos (futuras sementes) na região que habitam, colaborando para a manutenção da biodiversidade.
No entanto, as colônias de abelha estão cada vez mais escassas e o processo de polinização fragilizado. O Greenpeace foi pesquisar em campo o que acontece com a população de abelhas na Europa e produziu o estudo “O Fardo das Abelhas”, ou “The Bees’ Burden” em inglês, que aponta como o uso de agrotóxicos e pesticidas nas plantas pode acabar com as abelhas. O documento pode ser lido aqui, em inglês.
O relatório analisou o pólen coletado pelas abelhas e levado de volta à colmeia: mais de dois terços estavam contaminados por 17 diferentes químicas tóxicas. Um total de 53 tipos de compostos químicos foi detectado ao decorrer do estudo. Este projeto é um dos maiores já realizados na Europa, com mais de 100 amostras retiradas de 12 países europeus numa mesma estação.
Veja o vídeo do Greenpeace ‘SOS Abelhas’

A larga escala de produtos químicos sugere que as abelhas estejam expostas a uma perigosa mistura de inseticidas, fungicidas e acaricidas, sendo que esse pólen que vai para a colmeia serve de alimento às larvas, abelhas operárias, zangões e até a abelha rainha.
É urgente a necessidade de protegermos nossas abelhas e nossa agricultura, já que os agrotóxicos afetam profundamente a qualidade de vida dos humano também. Políticas públicas e leis vigorosas contra os produtos químicos devem ser tomadas, banindo definitivamente das plantações as substâncias tóxicas.
Uma das maneiras de começar esse processo seria incentivar a agricultura orgânica, que produz comida sem agrotóxicos, visando a não poluição e técnicas de proteção de peste a longo prazo. A agricultura orgânica e sustentável é uma das principais maneiras de salvar as abelhas e produzir comida saudável à população.
Junte-se a nós tomando iniciativa agora. Faça parte do movimento global para salvar as abelhas e garantir a agricultura orgânica assinando a nossa petição.
* Publicado originalmente no site Greenpeace.
(Greenpeace)
fonte: http://envolverde.com.br/sociedade/rainhas-da-biodiversidade-abelhas-correm-perigo/

domingo, 27 de abril de 2014

Homenagem ao açude dos Crescêncios

A vida foi te dada... na retirada de tuas propriedades: o barro, as plantas, os animais... mas, a vida foi te dada...para dar vida a outros seres, inclusive a mim... A vida foi te dada... para brilhar com os raios do Sol refletindo em ti e enchendo os olhos de quem te vê... A vida foi te dada ... para hoje com o descaso, a mesma vida que te foi dada, te seja retirada aos poucos para que doa mais ainda... É lentamente que tu estás morrendo... Tão lento quanto foi construído... E é lentamente que meu coração morre ao te ver morrer... Meu Açude...

Poema da professora Ana Célia Sá, apresentado no Programa Cpaco e o Debate Ambiental do dia 26 de abril de 2014

O Açude dos Crescêncios fica localizado na entrada de São Benedito, no norte da cidade, saída para Ibiapina. O assoreamento e poluição estão pondo em risco esse açude.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Um dia a vida surgiu na terra.

Hebert de Sousa (Betinho)
“Um dia a vida surgiu na terra.
A terra tinha com a vida um cordão umbilical.
A vida e a terra.
A terra era grande e a vida pequena. Inicial.
A vida foi crescendo e a terra ficando menor, não pequena.
Cercada, a terra virou coisa de alguém, não de todos, não comum.
Virou a sorte de alguns e a desgraça de tantos.
Na história foi tema de revoltas, revoluções, transformações.
A terra e a cerca.
Muitas reformas se fizeram para dividir a terra, para
torná-la de muitos e, quem sabe, até de todas as pessoas.
Mas isso não aconteceu em todos os lugares.
A democracia esbarrou na cerca e se feriu nos seus arames farpados.
O mundo está evidentemente atrasado.
Onde se fez a reforma o progresso chegou.
Mas a verdade é que até agora a cerca venceu,
o que nasceu para todas as pessoas em poucas mãos ainda está.
No Brasil, a terra, também cercada, está no centro da história.
Os pedaços que foram democratizados custaram muito sangue, dor e sofrimento.
Virou poder de Portugal, dos coronéis, dos grandes grupos, virou privilégio, poder político, base da exclusão, força do apartheid.
Nas cidades, virou mansões e favelas.
Virou absurdo sem limites, tabu.
Mas é tanta, é tão grande, tão produtiva que a cerca treme, os limites se rompem, a história muda e ao longo do tempo o momento chega para pensar diferente:
a terra é bem planetário, não pode ser privilégio de ninguém;
é bem social, e não privado;
é patrimônio da humanidade,
e não arma do egoísmo particular de ninguém.
É para produzir, gerar alimentos, empregos, viver.
É bem de todos para todos.
Esse é o único destino possível para a terra.
Imagem e Texto: Ibase

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Qual a importância da reciclagem para o meio ambiente

Símbolo reciclagemPara que possamos entender qual a importância da reciclagem para o meio ambiente,
devemos, primeiramente, compreender alguns fatos pertinentes de nossa sociedade, tal
como o aumento populacional e o crescimento da indústria.
Via de regra, com o crescente aumento da população mundial e com o expressivo
crescimento industrial há também de se constatar um considerável aumento da quantia de
resíduos produzidos pela sociedade, sejam eles orgânicos ou inorgânicos.
Devido a essa grande quantidade de lixo gerada todos os dias em todo o mundo, a
reciclagem se torna, cada vez mais, uma atitude imprescindível para a manutenção da
saúde das pessoas e também de nosso planeta.
De maneira simples, a reciclagem pode ser entendida como o processo de
reaproveitamento pelo qual passam objetos usados, a fim de que novos produtos possam
ser confeccionados a partir deles.
Economicamente, a reciclagem é geradora de riquezas, uma vez que as empresas se
valem desse processo para redução de custos no processo produtivo, ao passo em que
contribuem para a preservação do meio ambiente.
Ao mesmo tempo, a partir da reciclagem, toda uma cadeia produtiva é fomentada, sendo
essa uma fonte de renda para muitas pessoas e famílias, tais como catadores de papel e
alumínio ou trabalhadores que desempenham diversas funções dentro de cooperativas ou
usinas de reciclagem.
Ambientalmente, os benefícios da reciclagem são muitos, a começar pela redução da
poluição do ar, das águas e do solo, ao passo em que, com a maior adesão da população
à coleta seletiva e à reciclagem, há também uma importante diminuição do volume de
resíduos despejados diariamente em ruas e terrenos, bem como em lixões, depósitos de
lixo e aterros, chegando, em localidades onde a adesão da população à coleta e à
reciclagem é grande, a não haver mais necessidade de criação ou manutenção destes.
Conheça abaixo quais são os materiais mais reciclados:
- Papel;
- Vidro;
- Plástico;
- Alumínio.
Portanto, conscientize-se: a grande maioria dos materiais que simplesmente descartamos
no lixo pode (e deve) ser reciclado. A reciclagem é peça fundamental na preservação e na
melhoria de nosso planeta!
Créditos das imagens
Destaque
Foto 1 -  Depositphotos.com
Foto 2
fonte: http://www.dinamicambiental.com.br/blog/meio-ambiente/importancia-reciclagem-meio-ambiente/

sábado, 22 de fevereiro de 2014

A reciclagem no Brasil

No Brasil, são reciclados 96,2% da produção nacional de latas de alumínio, 47% da resina PET, 45% das embalagens de vidro, 29% das latas de aço, 23% das 46 mil toneladas de embalagens longa vida pós consumo e 20% dos plásticos.
De acordo com o Cempre – Compromisso Empresarial para Reciclagem, uma associação sem fins lucrativos – o Brasil, nos plásticos, está à frente de numerosas nações.
Nos demais ítens, mantém-se em posição razoável.
Mas o Brasil só recicla 3% do lixo orgânico urbano.

É pouco, muito pouco, quase nada.

fonte: http://blogs.diariodonordeste.com.br/egidio/category/meio-ambiente/


quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

ORAÇÃO AMBIENTALISTA

(Ecológica e Ecumênica)

Ó Deus de infinita bondade e sabedoria. Partilhar com que me foi
oferecido é o sentido desta humilde louvação.
Que eu seja constante e fiel na preservação da natureza;
um bem maior e fecundado, dádiva em sagrado ofertório.
Quero estar em perfeita harmonia com o verde de nosso campos,
com animais, vegetais e outros seres. E que não me falte à ausência
do natural com destinação saudável, proveitosa e dignificante.
Quero que eu seja um personagem de Tua vontade,
herdeiro que sou de Tua benesse santificada,
fiel ao sentimento de Tua solidária e abundante oferta que recebi.
E rogo-Te: dá-me a graça perene para homenagear-Te.
AME e cuide de quem te AMA
Plante, não destrua.

Fonte:
Folheto da Prefeitura de Petrópolis